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Câmara da Batalha aprova orçamento de 17,2 ME para 2022

Obras de saneamento e no setor das águas representam os principais investimentos.

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Batalha
Foto: Batalha / Município da Batalha

A Câmara da Batalha, no distrito de Leiria, aprovou esta quinta-feira, por maioria, o orçamento para 2022, no valor de 17,2 milhões de euros, “menos 800 mil euros do que o orçamento” deste ano, anunciou a autarquia.

“As prioridades de investimento centram-se nas funções da Educação, Área Social e do apoio ao Associativismo, com especial destaque para a Cultura e para o Desporto”, referiu uma informação enviada à agência Lusa.

Segundo a mesma informação, “as infraestruturas representam as principais obras a executar, com destaque para a manutenção das redes de água e de saneamento, bem como na construção de diversos equipamentos”.

“O orçamento para 2022 é condicionado pela pandemia, atendendo à redução da receita”, adiantou o município, apontando a “isenção de diversas taxas e licenças” e a “política de redução de impostos municipais”, além do “aumento da despesa corrente associada à transferência das competências da Saúde, da Educação e da Ação Social”.

À Lusa, o presidente do município, Raul Castro, afirmou que o orçamento para o próximo ano “é o que é possível fazer face aos compromissos que transitam deste exercício”.

Raul Castro, eleito nas autárquicas de 26 de setembro pelo movimento independente “Batalha é de todos”, conquistando a Câmara ao PSD, realçou as “obras de saneamento e no setor das águas, entre outras”.

“Pela primeira vez, vamos descentralizar a decisão das intervenções na rede viária, cabendo às juntas comunicarem ao município as que devem merecer prioridade. O município executará as que tiverem cobertura de acordo com a distribuição de 300 mil euros – o que foi possível para 2022 -, sendo que os 40% da verba destinam-se a dividir igualmente pelas quatro juntas de freguesia e os 60% restantes em função do número de eleitores de cada uma”, adiantou.

Sobre a continuidade da pandemia de covid-19 e o impacto desta nas famílias e empresas, Raul Castro afirmou que esta é “uma preocupação que está permanentemente em cima da mesa”, apesar dos “muitos sacrifícios já feitos”.

“Os programas de apoio [no âmbito da pandemia] que entendemos que fazem sentido é para manter. Um outro programa poderá vir a surgir caso haja necessidade e o município tenha disponibilidade para o fazer”, acrescentou.

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