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CIMRL defendeu ampliação do Hospital de Leiria e requalificação do IC2 e IC8 ao PRR

O período de consulta pública termina no dia 30 de novembro.

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Foto: Tomada de posse (2021-2025) Comunidade Intermunicipal da Região de Leiria / Facebook CIMRL

A Comunidade Intermunicipal da Região de Leiria (CIMRL) defendeu, em sede de consulta pública da proposta de Acordo de Parceria – Portugal 2030 (PT 2030), a ampliação e requalificação do Centro Hospitalar de Leiria e a requalificação do IC2 e IC8, entre outros projetos para a região.

A escolha destes projetos é justificada por serem “estruturantes para a região”, “pela sua importância estratégica para as populações da região, em áreas essenciais como a Saúde, Infraestruturas e Mobilidade”, explica a CIMRL em comunicado.

No documento enviado ao Governo, os autarcas dos 10 municípios da região apresentaram os seus contributos também em domínios estratégicos, como o ambiente, com “maior prioridade para o projeto de despoluição da rede hidrográfica do Lis”.

A Comunidade Intermunicipal também destacou o projeto de modernização e eletrificação da Linha do Oeste, entre Caldas da Rainha, Leiria e Coimbra, “um objetivo nacional, enquadrado na estratégia de mobilidade sustentável e conforme o Programa Nacional de Investimentos 2030”, lê-se no comunicado.

Ao nível das infraestruturas, os autarcas defendem ainda a construção do nó de ligação ao TGV e mantêm a prioridade nacional da abertura da base aérea de Monte Real à aviação civil.

No desafio da competitividade, os autarcas da Região de Leiria inscrevem projetos inovadores como o Centro de Negócios Digital de Leiria, a construção do Centro Distrital de Formação Profissional IEFP, a ampliação do Parque de Escolas do Politécnico de Leiria e ainda o desenvolvimento do Campus da Justiça, nos terrenos da Prisão Escola.

Por fim, na dimensão da “Infraestruturação e modernização tecnológica”, foi proposto pelos autarcas o reforço do investimento na expansão das redes de banda larga – 5G, “abrangendo territórios de baixa densidade, de modo a colmatar a fraca conetividade digital em diversas zonas do país, em particular nas zonas rurais, que permanecem com níveis de acesso pouco adequados a serviços digitais”, pode ler-se no documento entregue.

Também a criação, ampliação e modernização das áreas de acolhimento empresarial, cujo valor inscrito no PRR, de apenas 110 milhões de euros para todo o território nacional, é considerado pelos autarcas “muito baixo”, pelo que preconizam o “reforço de verbas no conjunto de instrumentos de apoio e com condições de elegibilidade por parte dos municípios e entidades intermunicipais”.

Recorde-se que o Portugal 2030 prevê cerca de 23 mil milhões de euros, distribuídos pelos diferentes Fundos (Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional, Fundo Social Europeu, Fundo de Coesão, Fundo de Transição Justa, etc.), a que acrescem a outros instrumentos, entre os quais se destaca o Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).


Fazem parte da Comunidade Intermunicipal da Região de Leiria Gonçalo Lopes, presidente do CI/CIM e presidente da CM Leiria; Jorge Vala, vice-presidente do CI/CIM e presidente da CM Porto de Mós; Pedro Pimpão, vice-presidente do CI/CIM e presidente da CM Pombal; João Guerreiro, presidente da CM Alvaiázere; António Domingues presidente da CM Ansião; Raul Castro, presidente da CM Batalha; António Antunes, presidente da CM Castanheira de Pera; Jorge Abreu, presidente da CM Figueiró dos Vinhos; Aurélio Ferreira, presidente da CM Marinha Grande e António Lopes, presidente da CM Pedrogão Grande.

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