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Criado movimento cívico para exigir nó da Autoestrada 1 entre Leiria e Pombal

Em fevereiro de 2009, a, à data, presidente da Câmara de Leiria, Isabel Damasceno, reivindicou a construção de um novo nó na A1, no Barracão.

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Foto: Criado movimento cívico que apela à construção de novo nó de acesso na N1/IC2 à A1

Um movimento cívico intermunicipal Leiria-Pombal foi criado para exigir a construção, “urgente e indispensável”, de um nó da Autoestrada 1 (A1) na zona de Barracão e Meirinhas, no limite daqueles concelhos, segundo um documento divulgado.

Numa posição conjunta dos municípios de Leiria e Pombal lê-se que o movimento “junta autarcas, agentes económicos, movimento associativo e sociedade civil” e surge na sequência de uma reunião que contou com as presenças dos presidentes das duas câmaras, presidente e representantes de várias freguesias dos dois concelhos, empresários e elementos da sociedade civil que se realizou na quarta-feira, nos Paços do Concelho de Leiria.

O movimento surge “para reafirmar e reforçar a prioridade da construção, urgente e indispensável, de um novo nó de acesso” da Estrada Nacional 1/Itinerário Complementar 2 (N1/IC2) à A1, na zona de Barracão e Meirinhas.

“O movimento considera que este nó é bastante importante ao nível das acessibilidades locais e regionais, um investimento estruturante por todos reconhecido como essencial para o desenvolvimento da região, nomeadamente dos concelhos de Leiria e Pombal”, refere o documento.

Por outro lado, lembra que o nó, “há muito reivindicado junto do Governo”, visa “a melhoria das condições de segurança e de circulação rodoviária no eixo Leiria/Pombal, potenciando uma melhor gestão de tráfego e contribuindo para o desenvolvimento da economia, integrando benefícios na componente ambiental”.

“Este movimento da sociedade civil pretende influenciar as entidades competentes para a tomada de boas decisões no que respeita à construção” do nó de acesso à A1 entre Leiria e Pombal.

Na reunião de quarta-feira, foi criada uma comissão promotora do movimento, constituída por 11 membros, entre autarcas e empresários.

“Para maio, o movimento tem planeado o seu próximo plenário, para definição da melhor estratégia e análise das necessárias e imperiosas diligências para alcançar a sua ambição”, acrescenta a posição conjunta das câmaras de Leiria e de Pombal.

Em fevereiro de 2009, a, à data, presidente da Câmara de Leiria, Isabel Damasceno, reivindicou a construção de um novo nó na A1, no Barracão.

“Tem havido conversações entre as autarquias de Leiria e Pombal para que esta questão seja uma realidade”, afirmou Isabel Damasceno, na cerimónia de assinatura da concessão rodoviária Litoral Oeste.

Aproveitando a presença do então primeiro-ministro, José Sócrates, e do ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, Mário Lino, para “deixar umas notas em termos de necessidades rodoviárias”, Isabel Damasceno destacou a importância do novo nó na A1 para a região.

“Era um sinal importante para a dinâmica que existe nesta região”, declarou, acrescentando que esta praça de portagens diminuiria o tráfego rodoviário no IC2, com “vantagens” para a concessionária da autoestrada, a Brisa.

Na ocasião, fonte da Brisa disse à agência Lusa que a questão do eventual novo nó na A1 estava a ser analisada.

Hoje, fonte oficial da Brisa afirmou que a concessionária “está sempre atenta às necessidades e às expectativas das comunidades que são servidas pelas suas autoestradas”.

“Situações como a criação de um novo nó de ligação a uma autoestrada dependem sempre do respetivo enquadramento contratual”, acrescentou.

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