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Sociedade

Deputados do PS questionam Governo sobre reconstrução do posto marítimo na Praia da Vieira

A tempestade Leslie, que atingiu grande parte da região Centro na noite de 13 para 14 de outubro de 2018, provocou 27 feridos ligeiros, 61 desalojados e prejuízos de cerca de 120 milhões de euros.

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Praia da Vieira
Foto: DR

Os deputados de Leiria do PS pediram esta terça-feira esclarecimentos ao Governo sobre o ponto da situação da reconstrução do Posto Marítimo na Praia da Vieira, destruído durante a tempestade Leslie.

Na missiva a que a Lusa teve acesso, os deputados recordam que, há dois anos, a passagem da tempestade Leslie destruiu “inúmeras instalações privadas e públicas na região Centro, sendo que o distrito de Leiria foi um dos mais fustigados por essa intempérie”.

Um dos equipamentos públicos que ficou totalmente destruído foi o Posto Marítimo da Praia da Vieira, unidade que pertence à Marinha de Portugal.

Segundo os deputados, o posto constituía um “equipamento avançado da Capitania do Porto da Nazaré, muito útil” para a sua missão, uma vez que, tendo em conta a extensa área territorial, aquele posto “era fundamental para o trabalho desenvolvido na sua localização mais distanciada”.

Recordando que a ação da Polícia Marítima (PM) é “fundamental para garantir a segurança das praias”, os socialistas entendem que a “falta deste edifício torna a ação da PM e da Capitania muito mais difícil e distante”.

Nesse sentido, os deputados pretendem que o ministro da Defesa Nacional esclareça sobre “que tipo de infraestrutura ali pretende edificar para substituir o equipamento destruído” e “quando pretendem iniciar as obras de reconstrução deste posto marítimo, o seu prazo e custo”.

“Tendo em conta que a pandemia covid veio acelerar a necessidade da Capitania do Porto da Nazaré em ter um Posto Marítimo na parte Norte da sua jurisdição, pensa o Governo vir a acelerar o processo de construção desta infraestrutura, justamente ao abrigo de medidas especiais, urgentes e necessárias determinadas pela legislação especial no âmbito da covid?”, questionam ainda.

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