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Dia do Trabalhador em Leiria assinalado com distância de segurança

O encontro aconteceu no largo do Papa, em frente à Loja de Cidadão, com o afastamento recomendado entre os vários participantes e o uso de máscaras.

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Manifestação 1º de Maio, Leiria
Foto: Orlando Joia
Manifestação 1º de Maio, Leiria

Foto: Dia do Trabalhador em Leiria / Orlando Joia

Manifestação 1º de Maio, Leiria

Foto: Dia do Trabalhador em Leiria / Orlando Joia

Manifestação 1º de Maio, Leiria

Foto: Dia do Trabalhador em Leiria / Orlando Joia

O Dia do Trabalhador foi assinalado em Leiria, esta tarde, cumprindo as distâncias de segurança e com cerca de cem pessoas, segundo a coordenadora da União de Sindicatos de Leiria, Ana Rita Carvalhais.

O encontro foi organizado pela União de Sindicatos do Distrito de Leiria (USDL) e localizou-se no largo do Papa, em frente à Loja de Cidadão, com o afastamento recomendado entre os vários participantes e o uso de máscaras.

Em Lisboa, na Alameda D. Afonso Henriques, a CGTP defendeu-se das críticas e justificou a presença nas ruas.

Já a UGT preferiu entrar em casa dos trabalhadores, através de formatos digitais. Contudo, a mensagem passada foi a mesma: os trabalhadores dizem não à austeridade.

No seu primeiro discurso comemorativo do Dia do Trabalhador, enquanto líder da CGTP, Isabel Camarinha subiu ao palco sozinha e defendeu-se das críticas que a organização sindical recebeu por não ter cancelado as ações de rua e afirmou que “era um dever” reunir dirigentes e ativistas, independentemente da declaração do estado de emergência estar ainda em vigor.

Para a secretária-geral, as críticas foram uma tentativa de silenciar a luta dos trabalhadores. “Alguns queriam calar-nos, mas não nos calamos.”

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