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Falta de operacionais motiva toque da sirene dos Bombeiros da Marinha Grande

A solução, segundo a Corporação, passaria sempre pelo reforço de operacionais.

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Incêndio Pingo Doce Marinha Grande
Fogo: Combate ao incêndio no Pingo Doce na Marinha Grande / Bombeiros Voluntários da Marinha Grande


Os Bombeiros Voluntários da Marinha Grande usaram as redes sociais para voltar a explicar o porquê da sirene estar “sempre a tocar”.

Justificando a resposta pelas queixas recebidas, a Corporação clarifica que devido aos poucos profissionais disponíveis no Quartel, sempre que há uma emergência é necessário tocar a sirene para os chamar.

“Este chamamento, de todo indesejado, acontece devido ao acumular de ocorrências em simultâneo e está associado ao insuficiente número de operacionais disponíveis nas escalas de serviço, para os quais não temos atualmente soluções”, referem os Bombeiros Voluntários da Marinha Grande.

Segundo a corporação, “o toque de sirene é utilizado apenas em situações extremas de emergência”.

“Somos obrigados a tocar a sirene para chamar operacionais, libertando assim a operadora de central de comunicações para a gestão necessária de toda a envolvência das ocorrências, pois é inviável ter de recorrer ao telefone nessa altura”, acrescentam ainda.

Quanto ao barulho causado, os Bombeiros referem que compreendem “que o ruído causado é gerador de stress a quem escuta”, estando a “estudar alternativas ao toque de sirene, através de outras tecnologias”.

Tendo em conta a época festiva, será de prever que a sirene dos “Soldados da Paz” continue a tocar.

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