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Sociedade

Município de Porto de Mós não recomenda tradição do bolinho em ano de pandemia

O Dia do Bolinho ou Dia de Todos os Santos leva centenas de crianças e jovens à rua, para pedir o Pão-por-Deus (ou o bolinho) de porta em porta.

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Criança Mãos
Foto: Crianças / Pixabay

O Município de Porto de Mós, tendo em conta a atual situação de pandemia da covid-19, desaconselha este ano o cumprimento da tradição de ir ao bolinho, celebrada no dia 1 de novembro.

Com o intuito de não aumentar a disseminação da covid-19 entre a população, “as Autoridades de Saúde e o Município de Porto de Mós não recomendam o cumprimento desta tradição”, faz saber a autarquia, esta segunda-feira, através de uma publicação nas redes sociais do município.

Para o município, e tendo em conta a situação epidemiológica atual e o estipulado pela Resolução do Conselho de Ministros nº. 88-A/2020 de 14 de outubro, é “aconselhada a não concentração de pessoas na via pública e a dispersão das concentrações superiores cinco pessoas, salvo se pertencerem ao mesmo agregado familiar”.

Contudo, tendo em conta as especificidades da tradição, o município de Porto de Mós alerta para as dificuldades no cumprimento do distanciamento de segurança e uso de máscara, quando se tratam maioritariamente de crianças.

A máscara poderá ser retirada “para comer doces que lhes são oferecidos e até a partilha e troca dos mesmos entre si”, justifica a autarquia.

“Nalguns locais, em vez de doces, são ofertadas moedas, que podem constituir um veículo de contaminação, sendo que, a higienização das mãos deverá ser praticada de modo muito recorrente, o que nem sempre é cumprido pelas crianças”, aponta ainda a autarquia liderada por Jorge Vala.

Para a autarquia de Porto de Mós, andar de porta em porta, aumenta ainda consideravelmente o número de contactos entre as pessoas que não fazem parte do mesmo agregado familiar.

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