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Polícia Marítima atenta aos atos de vandalismo de barracas na Nazaré

Os atos “coincidem com a hora de fecho dos bares”, de acordo com o comandante da Polícia Marítima da Nazaré, Paulo Agostinho.

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Barracas danificadas Nazaré
Foto: Barracas vandalizadas / Facebook Ana Paula Maranhão

A Polícia Marítima da Nazaré mantém-se vigilante aos atos de vandalismo que têm sido alvo as barracas de praia, localizadas na praia da Vila da Nazaré.

Os atos, que “coincidem com a hora de fecho dos bares”, de acordo com o comandante da Polícia Marítima da Nazaré, Paulo Agostinho, ao Notícias de Leiria, incluem suportes partidos e panos rasgados.

Lembrando a extensa costa a que o Comando Local da Nazaré dá resposta, Paulo Agostinho exemplificou que ainda esta madrugada a autoridade acabou com uma festa na praia da Grelha e foi chamada para fechar um estabelecimento por desrespeito ao horário de encerramento.

Contudo, embora os atos, nenhuma participação ou denúncia foi feita formalmente à Polícia Marítima da Nazaré esta época balnear.

Ana Meco, presidente da Associação de Banheiros Sol e Mar, justifica ao nosso jornal a “falta de tempo [dos sócios] e o processo moroso” que leva a participar os incidentes.

Estimando os prejuízos desde o dia 1 de julho, até ao momento, em cerca de 3.500 euros, a responsável afirma que as queixas serão apresentadas no final da época balnear.

Lamentando os estragos, explica que os mesmos acontecem durante a noite e incluem “madeira partida, panos ragados, sinalética destruída e até postos de vigia dos nadadores salvadores vandalizados”.

“Hoje pela manhã encontramos todos os postos de praia Vandalizados. Durante a noite de hoje 30 de julho”, partilhou nas redes sociais a Associação de Nadadores Salvadores da Nazaré.

Pubblicato da Associação de Nadadores Salvadores da Nazaré su Giovedì 30 luglio 2020

 

A uma época de verão já penalizada pela pandemia da covid-19, que obrigou à redução do número de barracas montadas no areal, junta-se mais este prejuízo a “sócios, alguns com 70 ou 80 anos, que precisam de continuar a trabalhar para assegurar o sustento”, lastimou a presidente da Sol e Mar, Ana Meco, ao Notícias de Leiria.

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