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Tribunal de Leiria começa a julgar suspeitos da morte de Valentina no dia 17 de fevereiro

Sandro e Márcia arriscam 25 anos de cadeia, a pena máxima no nosso país.

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Sandro Bernardo
Foto: Facebook Sandro Bernardo

O julgamento do pai e da madrasta de Valentina, suspeitos de matar a menina, está marcado para o dia 17 de fevereiro, no Tribunal Judicial de Leiria.

Os primeiros a serem ouvidos serão os arguidos, Sandro e Márcia, seguindo-se as testemunhas de acusação, de acordo com o jornal Correio da Manhã (CM).

O julgamento vai decorrer durante todo o dia e a primeira pessoa a testemunhar será Sónia Fonseca, a mãe de Valentina.

Sónia Fonseca, mãe de Valentina Foto: Sónia Fonseca / DR

À Polícia Judiciária, a mãe terá dito que pouco falava com a filha – depois daquela ter ido para casa do pai – porque a criança não gostava de falar ao telefone. Negou, no entanto, que a menor fosse vítima de abusos e disse mesmo desconhecer qualquer suspeita de contactos sexuais.

Tese diferente têm os arguidos, escreve o jornal CM, que explica que Sandro e Márcia concordam na versão de que foi a ex-ama da criança quem deu conta de que a menina era alvo de abusos sexuais. Segundo Sandro, Valentina “permitia-o”, a troco de presentes. E foi por isso que o arguido a espancou – foi esta a primeira versão apresentada – ou que a mulher a torturou – foi o que disse quando já estava preso preventivamente.

A ex-ama vai ser inquirida, tal como o irmão de Sandro, que agora acolheu as duas filhas deste com Márcia.

O julgamento, feito num tribunal coletivo, tem já uma segunda data marcada, a 3 de março, dia em que deverão ser ouvidos os elementos da Polícia Judiciária.

O pai e a madrasta de Valentina, menina encontrada morta em Peniche, estão acusados de homicídio qualificado, profanação de cadáver e abuso e simulação de sinais de perigo.

 

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